Proteste: PUC-RS tortura animais com choque em nome da ciência
PUC-RS: Universidade picareta usa animais em testes

A PUC-RS ao dar choques em animais para dá mostra de ser uma Universidade picareta, que usa métodos ultrapassados e duvidosos de pesquisa. Os testes em animais são fraudes científicas
Este tipo de experimento (vivissecção), os nazistas faziam nos seres humanos indefesos, e hoje é praticada em animais com requintes de crueldade pelos pesquisadores da PUC-RS.
A pesquisadora Julia Clarke, coordenadora desta pesquisa macabra deveria saber que a vivissecção (tortura e extermínio de vidas em nome da ciência) é uma fraude médica além de evocar as técnicas nazistas de pesquisa. A grande fraude da vivissecção se baseia sobre uma verdade simplíssima: cada espécie é diferente, seja metabolicamente ou por outros parâmetros fisiológicos. Em conseqüência, nenhum resultado conseguido através de experiências em animais não-humanos jamais servirá ao homem.
É impossível uma doença adquirida naturalmente por um animal, simplesmente porque desde que seja , não é mais a doença original. O resultado do estudo em animais artificialmente doentes é o de uma informação não aplicável aos seres humanos e, sendo assim, tragicamente enganador.
Depois desta tortura (ou mortes?) destes pobres animais, o que a pesquisadora Julia Clarke pode efetivamente dizer aos portadores do mal de Alzheimer? Ela vislumbra a cura talvez, para o futuro se torturar mais outros animais alterados que serão usados como modelo no estudo de Alzheimer.
A revista médica British Medical Journal publicou recentemente um artigo que mostra diferenças entre os resultados de experimentos com medicamentos em ratos e humanos. Em alguns dos medicamentos testados o efeito em homens foi oposto ao obtido em ratos (ou camundongos. Portanto estes pesquisadores que usam animais em testes, estão perdendo tempo e gastando dinheiro de nossos impostos de forma indevida. Além de praticarem crime de maus tratos aos animais.
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PROTESTE JÁ:
Se você não concorda com os testes em animais (vivissecção) ajude a protestar. Há métodos modernos substitutivos que podem ser usados. Para reforçar seus argumentos vejam estes sites:
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http://www.1rnet.org/ -
http://www.fbav.org.br/ (Frente Brasileira para a Abolição da Vivissecção) -------------------------------
Enviem emails de protesto para:
1) Preencha um formulário no site da PURS (Ouvidoria) em
http://www3.pucrs.br/portal/page/portal/pucrs/Servicos/faleconosco#Ouvidoria --------------------------------------------------
Teste pode ajudar em estudo de Alzheimer
Julia Clarke/PUCRS/Divulgação
Roedor é colocado em caixa na PUCRS onde passou por teste de reconhecimento de objetos
DA REPORTAGEM LOCAL
Um experimento em que camundongos foram submetidos a um teste de reconhecimento de objetos mostrou que um mecanismo de formação de memórias elucidado pelos neurocientistas da PUCRS está por trás dessa habilidade também. A pesquisa, publicada em artigo na edição de hoje da revista "PNAS", pode ajudar no estudo do mal de Alzheimer.
Analisando o cérebro dos roedores com eletrodos, os pesquisadores descobriram que a capacidade dos animais de lembrar características de objetos depende de um contexto especial para a formação de sinapses (conexões entre as células nervosas) no qual elas são fortalecidas e se sustentam por longo tempo -dias ou anos.
Conhecido como LTP (potenciação de longo prazo, na sigla em inglês), esse fenômeno neuronal já havia sido verificado no hipocampo de animais submetidos a memórias de medo, como o do experimento com choque. Esse tipo de situação, porém, ativa circuitos diferentes no cérebro, e os cientistas queriam avaliar o papel da LTP em memórias mais "neutras", não ligadas a um instinto tão básico de sobrevivência.
"Seria o tipo de memória semelhante àquela que, em humanos, é afetada em quem sofre de mal de Alzheimer", explica Julia Clarke, cientista que coordenou o estudo na PUCRS.
Desta vez, os cientistas submeteram os animais a um teste de reconhecimento de objetos, em vez do choque. Eles passavam por sessões de exploração do ambiente de uma caixa, duas vezes. Quando ficavam muito tempo examinando um mesmo objeto pela segunda vez, era sinal de que não estavam se lembrando dele. Nos casos em que a memória do objeto efetivamente se formou, porém, Clarke verificou a ocorrência da potenciação de longo prazo numa área específica do hipocampo.
A técnica de pesquisa, em tese, poderia ajudar a elucidar o que acontece em humanos portadores de mal de Alzheimer, mas é impossível usá-la, pois a implantação do eletrodo é um procedimento muito invasivo. Mas isso não impede a continuidade da pesquisa.
"O próximo passo é tentar estender esse experimento para animais alterados que são usados como modelo no estudo de Alzheimer", diz Clarke. (RG)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2601201003.htm ------------------
Experimento da PUCRS pode auxiliar estudo do Alzheimer
Pesquisa sobre os mecanismos de formação da memória foi publicada na revista PNAS
Um experimento em que camundongos foram submetidos a um teste de reconhecimento de objetos mostrou que um mecanismo de formação de memórias elucidado por neurocientistas da PUCRS está por trás dessa habilidade também. A pesquisa, publicada na revista PNAS, o periódico da Academia Nacional de Ciências dos EUA, pode ajudar no estudo da doença de Alzheimer.
Analisando o cérebro dos roedores com eletrodos, os pesquisadores descobriram que a capacidade dos animais de lembrar de características de objetos depende de um contexto especial para a formação de sinapses (conexões entre as células nervosas) no qual elas são fortalecidas e se sustentam por longo tempo.
Conhecido como LTP (potenciação de longo prazo, na sigla em inglês), esse fenômeno neuronal já havia sido verificado no hipocampo de animais submetidos a memórias de medo, como o do experimento com choque. Esse tipo de situação, porém, ativa circuitos diferentes no cérebro, e os cientistas queriam avaliar o papel da LTP em memórias mais ?neutras??, não ligadas a um instinto básico de sobrevivência.
? Seria o tipo de memória semelhante àquela que, em humanos, é afetada em quem sofre de Alzheimer ? explica Julia Clarke, cientista que coordenou o estudo na PUCRS.
Desta vez, os cientistas submeteram os animais a um teste de reconhecimento de objetos, em vez do choque. Eles passavam por sessões de exploração do ambiente de uma caixa, duas vezes. Quando ficavam muito tempo examinando um mesmo objeto pela segunda vez, era sinal de que não estavam se lembrando dele. Nos casos em que a memória do objeto efetivamente se formou, porém, Clarke verificou a ocorrência da potenciação de longo prazo numa área específica do hipocampo.
Outro trabalho mostra tempo para estocagem da memória
A técnica de pesquisa, em tese, poderia ajudar a elucidar o que acontece em humanos portadores de Alzheimer, mas é impossível usá-la, pois a implantação do eletrodo é um procedimento muito invasivo. Outro estudo de pesquisadores da PUCRS mostrou que os mecanismos ligados à persistência de uma memória entram em funcionamento várias horas depois de o indivíduo tê-la adquirido. A estrutura cerebral que determina a estocagem daquela informação no longo prazo, o hipocampo, precisa trabalhar 12 horas após a aquisição da lembrança e, de novo, 24 horas depois. A descoberta está descrita em um trabalho liderado por Jorge Medina e Iván Izquierdo, também publicado no início do mês na revista PNAS.
ZERO HORA
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