Quarta, 06 Novembro 2013 13:09

Mesmo após Declaração Universal dos Direitos Animais as mortes continuam

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Por Simone Gil Mondavi

Foto: divulgação

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Em 1977 a Liga Internacional dos Direitos Animais e Ligas nacionais filiadas reuniu-se em Londres, o que seria a terceira e última reunião antes da Declaração Universal dos Direitos Animais.

Passaram 35 anos e a violência, a exploração, extermínio contra os animais ainda continua acontecendo.

A declaração apareceu para criar consciência entre a sociedade e as nações sobre a importância de cuidar deles. Trata-se de respeito pela natureza e assumir essa responsabilidade para um bem comum, mas ainda o homem comete crimes contra a natureza e as criaturas para proveito pessoal.  As informações são de VeoVerde.

Ainda a ser feito

Por que a caça de elefantes ainda continua? Por comercio do marfim, já que os colmilhos são esculpidos e vendidos como arte. Por que torturar os animais na indústria de alimentos?

Não veremos uma mudança da noite para o dia, ainda tem muito a ser feito na área dos direitos animais. É nas mãos dos seres humanos adotarem medidas para respeitar, a partir dos mesmos lares de origem com a consciência de que um tutor deve cuidar bem do animal.

É sobre a criação de uma consciência de amor com a atmosfera equitativa entre todas as criaturas.

O Compromisso

A Declaração Universal foi proclamada em 15 de outubro de 1978 pela Liga Internacional, as Ligas Nacionais e os indivíduos que foram associados. E foi adotado pelas Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e posteriormente, pela ONU.

Entre outras coisas, enfatiza que os animais têm direitos de existência, atenção, cuidados e proteção pelo homem, ou seja, eles não devem ser exterminados, abusados ou trancados.

Em tais direitos insiste- se que os animais escolhidos como domésticos devem ser protegido e não abandonados.

Nos direitos animais também rejeita a sua utilização para experimentos médicos, científicas, comerciais ou qualquer outro tipo de experimentação e exploração para a recreação do homem.

Pela proteção

Em outro dos artigos da Declaração Universal, afirma-se que qualquer ato que implique a morte de um animal “sem necessidade” e considerado um genocídio, e é estimado como um crime contra a vida. E o que implique a morte de um grande número de animais selvagens, é também um genocídio, um crime contra a espécie.

Fonte: ANDA

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